DESCONEXÃO COM A ENERGIA DIVINA E O APARECIMENTO DAS DOENÇAS DA ALMA

Por Diana Pereira



Vivemos num tempo e numa sociedade de gente constantemente em desequilíbrio. Sejam doenças físicas ou do foro psicológico, é raro encontrar alguém que se sinta em pleno. Pelo stress, pela alimentação nada saudável, a falta de horas de sono (ou mal dormidas), más relações com a família, o nosso parceiro, amigos, colegas, com nós mesmos... Algo nos levou a esse estado.


Diz-se que antes das doenças se manifestarem no físico, já estiveram em todos os nossos corpos energéticos, tendo começado na alma. As doenças físicas dão-nos então o espelho do que a nossa alma sofre, são uma boa reflexão para nós, um modo de nos melhorarmos.


O que se passou para que a nossa alma se sentisse magoada?


Uma coisa é certa, a desarmonia nunca se instala num terreno em que reine o amor. São antagónicos. Procuremos então onde não expressamos amor na nossa vida e traremos de volta esse bem-estar novamente, pé ante pé, a pouco e pouco.

O amor não é algo que se restabeleça de um dia para o outro, ou algo que se construa como um castelo de legos em que basta sobrepor uma peça noutra, já que todas se complementam. É encontrar as peças que encaixam nas formas irregulares do nosso ser, e encontrá-las nos lugares mais improváveis, nos momentos em que menos esperamos. É persistir, ser carinhosamente teimoso e acreditar.


Falar em amor é algo vago, que não dá grandes pistas. Mas falo de amor como a energia divina pura, que existe em tudo, em todos. É a centelha divina que todos temos no nosso coração e que nos torna divinos como a força criadora de onde viemos e para onde voltaremos, tenha ela o nome de Deus, Deusa, Universo, Cosmos, Fonte Inesgotável ou Grande Arquitecto. É um sentimento de plenitude que abrange o nosso ser e desbloqueia todos os bloqueios.


Quando não amamos com todas as células do nosso corpo, não estamos em conexão com esta energia divina. Não estamos abertos ao fluxo abundante universal do qual somos apenas canais. A nossa vida não se desenrola, a nossa saúde perde-se, o nosso foco e presença desvanece.


Por onde podemos então começar? Primeiro que tudo, ser grato! Se a centelha de energia divina está em tudo o que existe, então temos de ser gratos por tudo o que existe. Esta gratidão faz-nos sentir abundantes, plenos. Isto é algo que não se consegue fazer quando se tem uma das mais comuns doenças da alma – a depressão.

A depressão é exactamente a incapacidade de se ver o divino no que existe, incapacidade de se ser grato pelo que se é, pelo que a vida nos dá. É também a incapacidade de ver a divindade em nós. Não somos merecedores de nada, tudo é culpa nossa, nunca fomos/somos/seremos suficientes. Mas nós somos divinos! Será que alguma vez diríamos alguma destas coisas a Deus? Que não é merecedor, é culpa dele e que ele não é suficiente? Então porque nos dizemos constantemente?


Ser grato é amar também. Amar a origem de tudo, bem como tudo o que da origem veio. Isto leva-nos a um outro ponto. Se somos parte integrante do mundo, se viemos também nós de Deus (seja ele o que for para nós), se temos essa energia divina dentro de nós, então também devemos amar-nos.


Amar-nos a nós mesmos é conectar com o divino dentro e fora de nós, já que tudo faz parte de uma coisa só. Somos divinos e devemos aceitar isso, não com sobranceria, já que todos somos divinos e ninguém é superior ou inferior a ninguém, mas sim com total alegria pela vida e gratidão por fazermos parte deste tão vasto plano.


Sintamo-nos então gratos e amemos por conseguinte tudo o que nos rodeia, que colheremos bênçãos e amor também para nós.


Diana Pereira

Mestre de Reiki, Taróloga, Cristaloterapeuta

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