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O PIRILAMPO E A CORUJA: UM CONTO SOBRE A VIDA E O RECOMEÇO

Por Sílvia Torres

Em tempos que em o mundo se move por interesses e que a transparência é uma jóia rara, urge aos que heroicamente não se deixam corromper que expandam sem cessar amor em todas as direções!


Embora face aos desafios constantes que, na verdade, nada mais são do que bênçãos disfarçadas como meio de lapidação dos valores e carácter individual no processo de ascensão, seja fácil sucumbir ao desânimo… o mote é para que use o seu poder e marque a diferença! O retiro ao silêncio interior, a conexão ao coração, permite que cresça e amadureça em resiliência com a motivação bem elevada no valor infinito dos pequenos gestos invisíveis a muitos olhos…


Já dizia o principezinho “o essencial é invisível aos olhos”… então, aceite dar sem medos. Há tanta carência… de sorrisos, de abraços, de palavras… há tantos acompanhados de arrogância na mais profunda solidão que, por orgulho de superioridade, não dão nem aceitam receber… jamais uma má sementeira dá boa colheita, mas os ritmos para aprender são tão diversos…


A vida é uma escola onde uns escolhem aprender e ensinar, e outros preferem não o fazer… todos somos livres, cada um no seu processo faz as escolhas certas… mas se escolhe o caminho com mais curvas, subidas, pedras… jamais se arrependa em cada queda de ser genuíno, de ser julgado pela diferença, por dar mesmo que aparentemente nada haja a receber, pois… ACREDITE, quem dá amor sempre recebe amor, e a gratidão dos que ajudar em segredo longe dos palcos e holofotes preencherá de um sentimento puro e infinito o seu coração.


Agradeça, porque sempre que dá recebe… o jorrar do amor em si de uma forma que há quem precise de muitas vidas e nem assim aceda a sentir algo tão grandioso no peito… no seu doar-se invisível você é profundamente rico e genuinamente abençoado! Nessa transparência feita em nada, toca vidas e coloca brilhos em olhos já sem cor… por isso, aja em todas as circunstâncias movido por amor, em vez de revidar, perdoe, transmute, cure… seja melhor enquanto ser, não há outros, em algum momento da vida os outros somos nós!



Sílvia Torres

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